Quase
todos os dias eu ouço alguém reclamando da vida que leva. Sempre tem
algo incomodando, algo que tira do sério, que faz com que a razão seja
perdida. A fila do banco, a fechada de alguém no trânsito, a falta de
respeito com algum pedestre, o desrespeito com os animais, o time de
futebol, o amigo do filho que fez algo errado, o chefe que sempre quer
mais do que você dá, o colega de trabalho que não é tão comprometido…
Enfim, uma série de itens que não tem fim. Cada pessoa se sente
incomodado com algum desses itens, ou vários deles, e/ou outros não
descritos acima…
Quando
comecei a estudar a espiritualidade, tinha muitas perguntas, e hoje
tenho mais ainda. Uma delas foi a de porque estamos aqui. Quando eu digo
aqui, quero dizer agora, nesta época, neste planeta, no Brasil, nesta
cidade, no frio tremendo ou no calor insuportável. E sim, estou aqui por
que eu precisava deste lugar para os meus aprendizados, por isso
escolhi uma terra de muito frio no inverno, muito calor no verão, com
pessoas de uma colonização muito familiar, mas que não gostam de
intrusos. Onde a família está sempre unida, comida farta, todo mundo
falando sobre a vida de todo mundo. Aprender a equilibrar a gula, a
respeitar a opinião do próximo, a aceitar que o tempo é como é…
Estamos
presos neste planeta e nesta situação, porque precisamos aprender com
isto. Estamos presos aqui por causa de todas essas emoções que não
controlamos como a raiva, o ódio, o egoísmo, a inveja. Por não
conseguirmos perdoar, e somente amar.
“O inferno são os outros”, já disse o
filósofo francês Jean-Paul Sartre. Quem nunca listou uma série de pontos
negativos sobre alguém para fugir de um compromisso mais sério? Vale
tudo: reclamar do gosto musical, da ideologia política, do corte de
cabelo fora de moda e até da combinação de roupas. A dificuldade para
começar um novo relacionamento pode indicar que, na verdade, o inferno é
a própria insegurança e o despreparo de quem, inconscientemente, está
evitando o amor.
“O inferno são os outros”, já disse o
filósofo francês Jean-Paul Sartre. Quem nunca listou uma série de pontos
negativos sobre alguém para fugir de um compromisso mais sério? Vale
tudo: reclamar do gosto musical, da ideologia política, do corte de
cabelo fora de moda e até da combinação de roupas. A dificuldade para
começar um novo relacionamento pode indicar que, na verdade, o inferno é
a própria insegurança e o despreparo de quem, inconscientemente, está
evitando o amor.
“O inferno são os outros”, já disse o
filósofo francês Jean-Paul Sartre. Quem nunca listou uma série de pontos
negativos sobre alguém para fugir de um compromisso mais sério? Vale
tudo: reclamar do gosto musical, da ideologia política, do corte de
cabelo fora de moda e até da combinação de roupas. A dificuldade para
começar um novo relacionamento pode indicar que, na verdade, o inferno é
a própria insegurança e o despreparo de quem, inconscientemente, está
evitando o amor.
“O inferno são os outros”, já disse o
filósofo francês Jean-Paul Sartre. Quem nunca listou uma série de pontos
negativos sobre alguém para fugir de um compromisso mais sério? Vale
tudo: reclamar do gosto musical, da ideologia política, do corte de
cabelo fora de moda e até da combinação de roupas. A dificuldade para
começar um novo relacionamento pode indicar que, na verdade, o inferno é
a própria insegurança e o despreparo de quem, inconscientemente, está
evitando o amor.

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